E termos gerais, diz respeito ao grau de satisfação que o colaborador tem com as funções exercidas e com o local em que trabalha. Segundo Locke, a satisfação no trabalho é entendida como a relação percebida entre o que o indivíduo espera de seu trabalho e o que ele percebe que está obtendo. É ainda, um estado de prazer emocional , resultante da avaliação que o profissional faz sobre até que ponto, as funções que desenvolve, atendem aos seus objetivos.
O desafio é alinhar toda a equipe com a cultura organizacional da empresa, principalmente quando há uma PCD entre os colaboradores. As maiores dificuldades estão relacionadas a:
- Falta de adaptação de tecnologias assistivas , adequação de espaços físicos e treinamento da PCD.
- Desinformação , preconceito dos colegas “ videntes” que não entendem a deficiência visual, que muitas vezes é imperceptível .
- Integração feita pelo RH do colaborador com a deficiência e os demais colaboradores.
- Falta de incentivo para a pessoa com deficiência desenvolver e crescer na carreira.
Uma cultura organizacional positiva, busca elevar não só aqueles que ocupam cargos de alto escalão.
Foco no capital humano, capacidade de inovar, assumir riscos e a qualidade dos serviços, são as bases para que uma empresa se perpetue no mercado e se destaque entre os concorrentes.
É através do capital humano, que os processos se desenrolam bem no decorrer dos dias e que os objetivos são alcançados!
Mais importante do que pensar individual é pensar também no trabalho em equipe! Assim, as chances de sucesso para todos envolvidos nos processos organizacionais são bem maiores.
Cada talento possui um potencial infinito, basta obter ferramentas de gestão apropriadas para maximizar a capacidade de desempenho da pessoa com deficiência e do grupo.
Por meio de treinamento, acompanhamento , orientação e outras ferramentas, o SENSO potencializa e acelera ainda mais os resultados esperados na inclusão da pessoa com deficiência no ambiente laboral.
Por Patricia Mucedola – ortoptista formada pela Escola Paulista de Medicina/UNIFESP, especialista em teste ortóptico, treinamento com auxílios ópticos. Foi colaboradora no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, Associação de assistência a criança Deficiente –AACD e Visão Subnormal da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.